segunda-feira, 22 de novembro de 2010

UMA GRANDE PROEZA – II





Ao chegarem próximo do rio Jordão os peregrinos israelitas, guiados por Josué, viram as águas fora do leito do rio e sentiram que era muito difícil passar para o outro lado, a fim de seguirem sua caminhada rumo à Terra Prometida. Entretanto lembraram que Deus prometeu operar maravilhas no meio de Seu povo (Josué 3:13). Assim falou Deus: “Quando os sacerdotes que estão carregando a arca da aliança do Senhor Deus, o Senhor de toda a Terra, puserem os pés dentro da água, o Jordão vai parar de correr, e as águas da parte de cima ficarão amontoadas num lugar.” Somente assim é que seria possível atravessá-lo. Muitos indivíduos não acreditavam nessa possibilidade. Outro tanto, quem sabe, até duvidavam da promessa divina; outros, ainda, teriam relutado em obedecer às ordens do seu comandante Josué. Houve, então, algumas horas de grande apreensão e muita dúvida. No meio do povo havia incrédulos. Eles achavam que a proeza estava fora de cogitações. E aí o que aconteceu? (Josué 3:16 e 17). “A água parou de correr e ficou amontoada na parte de cima do rio... na parte de baixo o rio secou até o Mar Morto. Então o povo passou para o outro lado, perto de Jericó. Enquanto os israelitas atravessavam, pisando terra seca, os sacerdotes que levavam a arca ficaram parados no seco, no meio do rio Jordão. E ficaram ali até que todo o povo acabou de passar. Mesmo diante daquele milagre, podemos supor que houve muitas pessoas que temeram, duvidaram e hesitaram e, se atravessaram o rio Jordão nas cheias, foi pela influência das pessoas que creram, e não porque de coração cressem na promessa de Deus. Quem vacilou, foi a minoria, mas uma minoria incrédula! E hoje, quem é a maioria?







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