Gentil ouvinte! Não é verdade que há pessoas que gostam de sentir o aroma das rosas e de outras flores no vaso, ou no jardim? Você também gosta de perfumes? Gosta que você mesmo e os outros sintam a fragrância agradável que você usa na roupa ou no cabelo, no lenço ou nas mãos? Nos evangelhos lemos sobre o uso de perfume para uma ocasião especial. Foi o registro feito no povoado de Betânia, na casa de Simão, o leproso. Jesus estava presente e a certa hora, de repente, chegou ali uma mulher com um frasco de alabastro (branco, alvo) cheio de perfume de nardo puro, muito caro! Ela quebrou o gargalo do frasco e derramou o perfume nos pés de Jesus. Alguns dos que ali estavam reprovaram a atitude da mulher, dizendo: onde já se viu? É um desperdício! Jesus não concordou com esses críticos, porém considerou o gesto de Maria um belo gesto! Aqui temos uma lição para nossa época materialista e comercial. O que Maria fez foi um ato de apreciação, cheio de respeitoso culto brotado do coração; foi uma obra de arte, que revelou santa devoção e amor cristão. Está escrito no Evangelho que Jesus assim avaliou o gesto espontâneo de Maria: “Deixem essa mulher em paz! Ela fez-Me boa obra!” (Marcos 14:6). Afinal: “Como um perfume que se espalha por todos os lugares, somos usados por Deus para que Cristo seja conhecido por todas as pessoas, porque somos como o cheiro suave do incenso que Cristo oferece a Deus; o bom perfume de Cristo, tanto como nos que são salvos como nos que se perdem.” (II Coríntios 2: 14 e 15).
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